• 6 reclamações mais comuns que aparecem na terapia de casal

    QUEIXAS MAIS COMUNS NA TERAPIA DE CASAL

    Não dá para saber muito bem onde uma crítica acaba e a outra começa – estão todas interligadas. E sendo assim, tudo contribui para o gigantesco redemoinho emocional que faz descambar relações. Seja como for, são estas as queixas mais comuns na terapia de casal. Para evitar que se repitam.

    1 – FALTA DE COMUNICAÇÃO
    Para não dizer reduzida ao básico ou mesmo inexistente.
    E isto quando conversas profundas entre o casal são aquilo que mais promove a ligação forte que os faz querer ultrapassar as desavenças. Se não se cria tempo para dizer ao outro que o amamos, para lhe fazermos um elogio, está tudo estragado.
    E atenção: falta de tempo não significa que não o tenhamos. Apenas que estamos definindo mal as nossas prioridades.

    2 – VAZIO EMOCIONAL
    É uma consequência direta do problema anterior, a ponto de atitudes simples, que o parceiro faz sem pensar, serem encaradas como autênticas provocações: Ele não lavou a louça do jantar porque não se preocupa comigo, ou ele só deixa as cuecas no chão porque já nem quer saber o que eu sinto. E aqui não há outra alternativa a não ser insistir no diálogo. Para quebrar esse distanciamento mortal que se cria e vai atrair ainda mais negativismo para a relação, como uma onda. Experimentem dar ao outro um abraço como aqueles que davam ao início para iniciar.

    3 FALTA DE SEXO
    Eles queixam-se mais da quantidade – pouco ou nenhum sexo porque elas não estão para aí viradas – e elas da qualidade – se não querem, é por estarem fartas de “fast-food”, com pouco envolvimento. Tudo o que se faz antes para ativar a energia erótica da mulher não é um pré para qualquer coisa, é já o ato principal. Se o casal chega a casa estafado, a precisar de dormir após um dia esgotante, então o sexo tem mesmo de ser recompensador para ambos. Muitas mulheres também se queixam de pouco sexo, mas isso é mais devido às dificuldades de ereção que os seus parceiros sentem e os faz evitarem o ato para não se confrontarem com a situação.

    4 – USO EXCESSIVO DO CELULAR
    E das redes sociais. E da Netflix. Há pouco falamos da falta de tempo, mas se ele existe para ver séries e mexer no smartphone isso quer dizer que até o temos, apenas não o direcionamos para as coisas certas. O que acontece muitas vezes no meio disto é alguém surgir na nossa vida de repente, dar-nos a atenção de que achávamos não precisar e lá vamos nós, por estarmos sedentos de amor.

    5 – INFIDELIDADE
    Consequência direta da queixa anterior, varia consoante o nível de envolvimento fora da relação, a duração do caso e se chegou, ou não, a vias de fato. Uma coisa é certa: se o casal procura ajuda neste ponto, significa que ainda acredita que a relação possa ser salva.
    De novo, a estratégia tem sempre que passar por criar tempo. E nesse tempo que se cria, procurar efetivamente, o caminho de volta para se envolver com o outro e ter conversas profundas. É por tantos casais acreditarem que o parceiro tem de saber lê-los que acabam a alimentar ressentimentos injustos.

    6 – DIFICULDADES FINANCEIRAS
    São constantemente uma espada a balançar em desequilíbrio sobre a cabeça do casal. E sim, as mais frequentes têm a ver com a falta de dinheiro, mas também com a incapacidade de se fazer uma gestão funcional se se tem muito dinheiro (as despesas aumentam em igual medida), se apenas um dos parceiros trabalha ou até mesmo se um ganha muito mais do que o outro. Na verdade, quando são elas que põem mais dinheiro em casa existe quase sempre uma mágoa da parte do homem que descamba frequentemente num questionar da sua própria virilidade.

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